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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Ministro recusa prova nocturna

Apesar das ameaças de Bernie Ecclestone em retirar Melbourne do calendário da Fórmula 1, os responsáveis pelo evento australiano não aceitam a realização de uma corrida nocturna, apelidando a ideia de «disparate».

Tim Holding, ministro do turismo, afirmou em declarações à Sky Sport a intenção do executivo em manter a F1 em terras australianas. Porém, não de qualquer forma: «Não a queremos perder, mas também não pagamos qualquer preço por ela. É um equilíbrio de ideias. Fomos muito claros ao dizer que não queremos uma corrida nocturna e o Sr. Ecclestone foi muito claro ao dizer que entende a decisão. De facto, até deu o seu apoio».

No entanto, um dos responsáveis pela organização do GP, afirmou que confia na extensão do acordo com a FOM. «Basta ver que outras provas, como China, Malásia ou Dubai, não conseguem assistências como Melbourne» afirmou Ron Walker, em entrevista à Australian Associated Press.

Noticia Autosport

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Até 2012 há planos de investimento e melhorias...depois logo se vê

O Autódromo do Estoril esteve na berlinda as até ao final do ano passado. Nessa altura, o seu futuro parecia dependente da venda por parte da Parpública, a sociedade gestora de capitais públicos detentora da maioria de acções da empresa CE -Circuito do Estoril.

Porém, a 20 de Dezembro, data limite para a abertura de propostas de aquisição, verificou-se que não existia nenhuma proposta. Assim, até 2012, a sua exploração tem que ser adequada às necessidades e exigências da estrutura. O que significa que o autódromo tem que ser afectado à sua exploração enquanto pista de automóveis, passível de acolher quer corridas, quer testes ou outras actividades adequadas à sua finalidade.

A partir de 2012, logo se vê - o que deixa em aberto todas as possibilidades, como a continuação da presente actividade e melhorias dos equipamentos, eia-se pista, boxes e outros edifícios.

Melhorar já de imediato É esta, aliás, a principal intenção da actual gerência, para a qual a possibilidade de desmantelamento da estrutura e total afectação a actividade imobiliária é quase um sacrilégio. Para já, a CE – Circuito do Estoril, a empresa que actualmente é proprietária da pista, tudo está a fazer para procurar melhorar as infra-estruturas existentes.

Há trabalhos que têm que ser feitos de imediato, antes do Grande Prémio de Portugal de MotoGP (que este ano será em Abril) e que incidirão essencialmente na saída da curva Parabólica, de acesso à recta da meta, e na Curva 2.

Kartódromo do Estoril avança em Agosto

Mas há mais: já em Agosto, aproveitando a raridade de duas semanas sem ocupação, vai avançar-se em força com a construção do Kartódromo do Estoril. Tratar-se-á de uma infra-estrutura própria, preparada para funcionar independentemente do resto da pista, mas tendo no entanto equipamento que poderá ser usado noutras manifestações desportivas, casos das provas internacionais, e que se situam na zona de "paddock".

A pista de karting, que funcionará de forma empresarial, será construída no "miolo" da pista principal, não colidindo assim com esta e podendo portanto acolher provas e outro tipo de manifestações, em simultâneo com a utilização da pista.

Depois, a CE – Circuito do Estoril tem nos seus planos projectos mais avançados, ainda no segredo dos deuses, que poderão porém ser em tudo semelhantes aos praticados em outros circuitos europeus, onde são agregados "pacotes" turísticos, potenciando a apetência pela deslocação de equipas ao longo do ano, mas em especial fora dos calendários oficiais.

É ou não um elefante?

Ser ou não um elefante branco - eis o estigma que, desde tempos imemoriais, sempre esteve associado ao circuito do Estoril. E, ainda hoje, as dúvidas permanecem. De facto, a resposta não é simples. É que, apesar da taxa de ocupação do espaço ser quase de 100 por cento, tome-se um exemplo muito concreto: os 35 milhões de euros pedidos para a aquisição de todo o complexo.

Trata-se de um simples exercício de contas, para o qual não é necessário nenhum bacharelato em finanças. Se o circuito valesse 100 milhões de euros, só o preço do dinheiro custaria, por mês, 500 mil euros, o que daria 17 mil euros de despesa diária; no caso do 35 milhões, esse valor desce exponencialmente, para algo como 7.500 euros diários.

E isto, sim contabilizar as despesas fixas e os impostos, bem como os honorários das 17 pessoas que compõem a estrutura humana fixa a trabalhar no circuito. Dito isto, a pergunta continua sem resposta: apesar de uma ocupação tão intensa, apesar das provas que nele se realizam – e aqui é preciso ressalvar as despesas que lhe estão inerentes, em alguns casos na ordem do milhão de euros, como o MotoGP! - o circuito do Estoril é ou não uma estrutura rentável?

É ou não um elefante branco? No fundo, se calhar é tudo um caso de paixão: afinal, quando lhe ofereceram 150 milhões de euros para vender o circuito de Paul Ricard, com hotel e aeroporto incluído, Bernie Ecclestone recusou! A pista francesa tem equipamentos que não temos em redor do nosso principal circuito permanente: ao fim e ao cabo, uma estrutura deste tipo só conseguirá ser mesmo rentável, caso esteja associada a outra oferta complementar - seja ela imobiliária, de lazer ou comercial.

Noticia Autosport

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

domingo, 6 de janeiro de 2008

Dupla presença lusa no PWRC

Pela primeira vez na história, o PWRC deverá contar este ano com dupla presença lusa. Com inscrição já confirmada no Rali da Suécia, 7 a 10 de Fevereiro, estão Armindo Araújo/Miguel Ramalho e Bernardo Sousa/Carlos Magalhães, ambos em Mitsubishi Lancer IX.

Apesar de inscrito, pela Ralliart Italia, o antigo campeão nacional ainda não tem garantida a sua presença tanto na prova como no campeonato mas tudo deverá ficar clarificado nos próximos dias.

Certo de estar à partida de seis dos oito ralis do PWRC está Bernardo Sousa que também correrá no campeonato nacional. Agora integrado no Red Bull Rallye Team, o piloto madeirense terá o apoio da BRR, estrutura responsável pela preparação dos carros de Andreas Aigner e que ficou positivamente impressionada com as qualidades do piloto em teste realizado em 2007 no Algarve.

Nesta nova etapa da sua carreira para “aprender e ganhar experiência apesar de gostarmos de desafios”, Sousa será navegado por Carlos Magalhães devido “não a qualquer problema com o Paulo Babo mas porque achámos que a experiência internacional do Carlos seria importante”.

Autosport.pt

Ralimix: Ralis para todos

Um novo nome para um recém-nascido conceito de ralis chega a Portugal pela mão do Clube Automóvel do Algarve.

Esta entidade decidiu criar provas abertas a todos os veículos: "um verdadeiro Open de Ralis", brinca José Manuel Afonso, mentor do projecto.

"O público estava a precisar de novidades", salienta o director do clube algarvio. Assim, os ralis de Martinlongo, Vila do Bispo e Castro Marim, habituais provas do Campeonato Regional de Ralis do Sul, receberão os carros dos grupos A, N e VSH, bem como veículos Todo o Terreno.

Motas e Quads são bem-vindos num prometido renascimento dos motoralis há muito desaparecidos que poderão voltar a crescer, para prazer dos fãs dessa modalidade.

Este novo modelo de provas terá 4 ou 5 troços com reconhecimentos ao sábado a tarde e prova no domingo.

"Queremos criar uma verdadeira festa dos ralis pelo que o preço das inscrições não limitará nenhum interessado", promete José Manuel Afonso.

Esta é a possibilidade para muitas equipas de treinar e testar os carros para provas de campeonatos nacionais em toda a segurança, trazendo espectáculo aos troços algarvios. Porventura, as centenas de carros parados pelo país fora terão uma boa justificação para voltar a concorrer para bem do desporto automóvel português.

Sportmotores.com

sábado, 5 de janeiro de 2008

Terroristas pretendiam atacar a 11 de Janeiro

De acordo com notícias apuradas pela SIC, e que circulam igualmente em alguma imprensa internacional, a informação que os serviços secretos franceses possuem parece ser bastante mais precisa que o que transpareceu inicialmente para a imprensa.

Tendo em conta as suas relações com os países do norte de África, a França tem no terreno elementos que tomaram conhecimento da preparação de atentados e/ou raptos direccionados expressamente à caravana do Lisboa-Dakar, quando esta passasse de Marrocos para o Sahara Ocidental e Mauritânia. Curiosamente ou talvez não, esta travessia dar-se-ia por volta de...11 de Janeiro, um dia do mês que ficou marcada na história e tem grande significado para os terroristas da Al-Qaeda.

O Grupo está identificado, já que alguns dos seus elementos já foram presos, pois após o assassinato dos quatro franceses na Mauritânia na véspera do Natal passado, os terroristas foram perseguidos por forças policiais mauritanas, tropas especiais francesas, e a Polícia senegalesa, tendo sido estes últimos, juntamente com as forças especiais francesas a deter vários elementos do grupo.

Ao que parece, a Al-Qaeda Magrebe preparava-se para tentar um rapto colectivo, e pedir depois resgates ou tentar a troca por elementos daquela organização terrorista que se encontrem presos. Portanto esta era uma ameaça concreta não uma simples possibilidade, pelo que neste contexto, percebe-se que a decisão da anulação da prova, era o único caminho a tomar pela ASO.

Noticia Autosport

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Filipe Albuquerque impressionado com DTM

Filipe Albuquerque sentou-se pela primeira vez ao volante de um carro de turismo, tendo ficado agradavelmente surpreendido com o andamento do mesmo. O ex-piloto do Red Bull Júnior Team deslocou-se ao circuito espanhol de Almería, para testar um Audi A4 DTM da equipa Futurecom TME. A equipa privada é das menos competitivas do campeonato, tendo sido a única que não conquistou um único ponto na temporada de 2007, mas a Audi pôde aproveitar a estrutura de Colin Kolles para testar vários pilotos jovens, incluindo Albuquerque. Também Christijan Albers, que foi vice-Campeão do DTM antes de ingressar na F1, esteve presente no teste.

O piloto português afirmou que «o DTM é bastante mais parecido com um fórmula do que parece. Os travões e os pontos de travagem são semelhantes. Em contrapartida, é impossível não se notar as transferências de peso, mas acho que estes carros estão num ponto intermédio entre os monolugares e os turismos».

Apesar de ter gostado da experiência, Albuquerque permanece mais interessado em manter-se nos monolugares, e continua a trabalhar para conquistar um lugar na GP2.

By Autosport